2 mars 2012

Voltando... A garderie, as férias no Brasil, a Maternelle e a (in)domavel “BIRRAtrice”

Estou voltanto, aos poucos mas voltando.


Há um grande vácuo entre desenvolvimento da Béatrice e do que vem sendo escrito aqui no blog. Isso me incomoda, pois estou deixando de registrar o desenvolvimento de uma menininha que se revela meiga, mas com personalidade forte no auge da idade da autoafirmação; curiosa, contadora de estorias, que gosta de cantar, desenhar e que me ajuda a fazer bolos e comidinhas.


Minha "petitA" cresceu, mas ainda não dorme sozinha a noite inteira no seu quarto e faço a mea culpa para o processo seguir a passos de tartaruga, pois adoro quando, de madrugada, vai para a minha cama e faz carinho no meu rosto (ao invés de colocá-la de volta na sua). Minha "petitA" cresceu, vai para a escola e da tchau, segura de si e sem choros. E eu me transformo, me entrego, vivo – intensamente - cada fase junto com ela. Ela e a vida me ensinam, sempre.


E é por isso que volto, para tentar recuperar o tempo perdido e reconhecer que o vicio de blogar me pegou (faz tempo), pois daqui surgem dialogos, ideias, risadas (choro também), reflexões, amizades virtuais que se transportaram para o "mundo real" que tiveram o Journal de Béatrice como conector. Esse burburinho todo faz uma falta danada!


Eu gostaria de agradecer, imensamante, todas as mensagens que recebi durante o período "off", e-mail FB e até na “vida real” perguntaram se estava tudo bem e quando eu voltaria a escrever. 


Meninas, vocês são demais, obrigada, obrigada, obrigada e eu agradeço pela paciência de vocês por aguardarem alguma movimentação por aqui (e por incrível que pareça, ainda surgiram mais seguidores, sinal que o blog tem algo de interessante!). Retribuo as mensagens de ótimo 2012 e espero que ele seja repleto de conhecimento, passeios, notícias boas, AMOR, família unida e um lar harmonioso para todas nós.


E então vamos lá... Em uma breve retrospectiva...


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A Garderie


A Bibi frequentou durante os meses de setembro e outubro. Foram dois meses de aprendizado para a família e entramos numa nova rotina. Dormir cedo, deixar as roupas separadas, preparar o lanchinho com antecedência, chegar nos horários combinados sem atrasos. As professoras e assistentes foram bem bacanas e atenciosas e até aprenderam algumas palavras em português.


Além das duas vezes por semana na garderie, ela também começou a ir, uma vez por semana, ao Mini-Club, que é um ateliê de artes, onde as crianças pintam, brincam com massinhas, dançam e cantam. Com isso, ela engrenou de vez no francês e começou a entender que apesar de estarmos separadas, a mamãe volta e a vida segue. Nessa fase de adaptação ela chorou um pouco durante as duas primeiras semanas e logo as "tias" tratavam de entrete-la com as atividades. 


Antes mesmo de começar a garderie “trabalhamos” (muito) o assunto aqui em casa. Comprei livros, revistinhas e emprestamos muitos outros da biblioteca contando historinhas relacionados com a escola/garderie, da mamãe dando tchau, das brincadeiras bacanas, das professoras e assistentes. Acredito que esta “prevenção” ajudou na compreensão da separação, pois ela ficou sabendo com antecedência como seria o ambiente fora de casa, com mais crianças e tias para atende-la. Nos “imitávamos” a sequencia do livro em casa, uma brincadeira nossa, que foi bem assimilada por ela. 





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Férias no Brasil


A rotina foi estrategicamente interrompida pelas férias no Brasil, programadas há um bom tempo. Foi a primeira vez que Béatrice pisou em solo pátrio e eu pude, depois de quatro anos longe da terrinha, curtir o colo da mãe, ter longas conversas com o meu pai, dar risadas com meus irmãos e rever boa parte dos amigos. Como foi bom! 


Matei a saudade do feijão e arroz da minha mãe, das coxinhas, quindins, tortas e um tantão de coisas que há tempos o meu paladar não sentia. Foi uma esbornia gastronômica e até hoje estou fugindo da balança. 

Conheci, curti, apertei, beijei, abracei, mimei as sobrinhas Sarinha e Larissa que até então, tinhamos que nos contentar com o contato virtual. As outras sobrinhas, Letícia e Lígia, eram menininhas quando vim para a França e agora já estão na escola, leem e escrevem e, puxa vida, me da um aperto só de pensar que o próximo encontro elas estarão na pré-adolescência (será?). Pietro, meu afilhado, é um figura, querido e tímido, mas que pega fogo com os amigos. Foi bom demais participar um pouquinho do dia a dia com todos eles. 





Quanto a Beatrice, tudo foi novidade. Estar na casa dos avós  (o paraíso de cacarecos e coisas incríveis para mexer), ser mimada por eles, brincar com as primas, falar português o tempo todo e ir em festinhas de aniversario do Quim e Ciça, duas amizades que começaram aqui, por meio do blog. E falando em amizade virtual, também tivemos o prazer de conhecer a Lia, Emília e  a "petitA" Margarida. Fizemos um delicioso passeio na quadra com direito a parquinho e colher pitangas no meio do caminho. Tudo muito agradável e tranquilo. 

E, ainda no universo “novidades”, Bea comeu muita porcaria, desde pirulito e Kinderovo nas horas mais inapropriadas e, para o meu desespero, só queira saber de beber uma tal de água de limão (H2O), ao invés de água natural (que, alias, sempre gostou). Mas, ainda bem, teve o lado bom, experimentou mamão, pitanga, graviola, jabuticaba colhida do pé. 

Tomou banho de mar, brincou de baldinho, desenhou na areia e fizemos castelos. Avançou em frente, sem medo da imensidão do mar (que a encantou), sem saber o que era raso e fundo. Tomou caldo, engoliu água, pulou ondinhas e aprendeu que o mais seguro é ficar no rasinho. Conheceu as quedas de Foz do Iguaçu, que, para ela, ficou sendo o chuveiro enorme onde o gigante toma banho. 

Ficou com os avos para que eu e Ju também saíssemos para namorar um pouquinho. Até que enfim  gente! Não foram muitas as saídas, mas todas elas valeram a pena. E o melhor de tudo: chegar em casa e ela estar dormindo! Ponto para vovó! 


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O retorno...

Votamos na metade de janeiro e uma semana depois a Béatrice começou com a Maternelle. 



Veio a rotina de escola, professora, amigos novos e atividades de classe e, sobretudo o falatório em francês o tempo todo. Uma mudança enorme para quem estava no ritmo esculhambado de férias. 



Tive um pouco de receio, pois ela repetia todo instante “não gosto de francês, quero falar português!”. Mas, como crianças são seres elevados e que se adaptam às mudanças com uma rapidez incrível, a partir do momento ficou cercada de franceses por todos os lados, a tecla SAP foi acionada e começou a falar como se nunca tivesse saído daqui. 



Estou satisfeita com a escola, embora eu, como mãe, esteja enfrentando um conflito interno quanto a filosofia clássica, tradicional, quadrada e de como eu acredito que a Béatrice deveria ser educada na primeira infância. Eu tenho uma tendência para o alternativo e gostaria que ela estudasse numa escola dita “construtivista”, com olhar mais humano e que priorizasse o desenvolvimento individual de cada criança. Montessori me agrada e muitos aspectos da Waldorf também. Gosto das duas linhas. Mas, como não há escolas assim aqui na cidade onde moro, faço o que posso dentro de casa para que principios dessas pedagogias sejam aplicadas. 


Na mediateca


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O aprendizado e o lado B das férias prolongadas.

* Fui e voltei sozinha com a Béatrice. Junior passou somente o mês de dezembro conosco. Viajar com uma criança de dois anos e meio foi uma prova e tanto. Tive que estar “sempre” atenta e a postos para pegar as coisas numa bolsa equipada com itens anti-chiliques característicos de uma criança que passa pela fase do NÃO. Boneca, caderninho, canetinhas, adesivos, faziam parte do arsenal e, logico, paciência, muita paciência para contornar os PITIS que volta e meio ela dava. Tive que ser compreensiva e dar um desconto pelo cansaço e desconforto de dormir numa poltrona de avião e do tempo de espera nos aeroportos. No final das contas, tudo deu certo e até foi elogiada pelo bom comportamento. Eu não preguei os olhos e fiquei o bagaço em pessoa e, apesar do desgaste, valeu a pena, só que da próxima vez, um dos trechos (especialmente a volta que é mais puxada) o Ju devera fazer companhia.



* Em todos os aeroportos ela ficou pregada comigo na écharpe (wrapsling), ora na frente, ora nas costas. Foi a minha salvação na hora de pegar as bagagens e ela até pegou um soninho gostoso enquanto eu aguardava os voos. Não sei como faria se ela estivesse solta nos momentos críticos de uma viajem, como no check in, alfândega e espera de bagagens (que no Rio de Janeiro demorou uma hora e trinta minutos, uma eternidade para quem esta com uma criança cansada, com sede e com fome...). Viva o sling! 





* Béatrice foi uma menina e voltou outra. Melhor explicando: foi uma menina calma e relativamente obediente e voltou mais agitada, impaciente, dando tapas, cuspindo, batendo o pé, chorona e irritada quando contrariada. A falta de rotina, o excesso de SIMs dos avós , somando ainda a fase do “terribles twos” foram o start para que o pico da birrice se desse em solo brasileiro. Muitas vezes eu ficava sem saber o que fazer, pois ela dava PITIS homéricos e até então inéditos para mim. Cantinho da reflexão? Aguardar ela se acalmar? Pega-la no colo e tirar da situação onde originou o PITI e distrai-la com outras coisas? Explicar “N” vezes a que não foi legal o comportamento? Nada funcionava. O resultado disso é que, por vezes, ficavamos com aquela cara de “tacho” sob o olhar critico de que Béatrice mandava e desmandava. Com esse comportamento rebelde, Béatrice ganhou a fama de hiperativa, mal criada, terrível e... Encrenquinha em pessoa. 



* Quer um exemplo? Se eu chamava a atenção e explicava que ela deveria guardar os briquedos esparramados pela casa inteira ou que parasse de riscar parede, piso, armário e o que mais via pela frente (coisa que não faz em casa), ela chamava pela avo e pedia “socoooorrro vovó , me ajuda aqui”. Como super avós que são, davam todo o consolo e permissão para fazer o que ela quisesse. Resultado: eu ou avó guardávamos as tralhas espalhadas por todo canto. Senti que o nosso trabalho dentro de casa, do “arrumou, guardou” foi pro ralo em apenas dois meses e meio.

* Nas férias, deixou de ter horário para comer, dormir, tomar banho. Ta, afinal, férias é para sair da rotina. Também concordo, mas o que eu não sabia é que 2 meses e meio é, realmente, um período muito longo e capaz de transformar uma criança em outra! Ela dormia 11 horas da noite, acordava às 10h e não fazia as siestas mesmo estando pregada de sono. Ou quando fazia, os horários eram bem diferentes do habitual, mais para o final da tarde do que para o depois do almoço. Poucas atividades dentro de casa (choveu demais no final de ano, limitando as nossas saídas) e mesmo cercada de brinquedos, percebi que ela não se concentrava na “brincadeira” e ficava impaciente. Com isso cheguei a conclusão que, mesmo nas férias, é preciso o mínimo de rotina, para o bem geral da família. 

* O tempo para entrar “nos eixos” e aos “bons costumes” era curto pois ela começaria com as aulas. E não deu outra, o comportamento “rebelde” apareceu na escola. Cuspiu na professora e teve dificuldades para “enquadrar-se”. Hoje, um pouco mais de um mês depois do inicio das aulas, posso dizer que melhorou bastante. Esta mais calma, mais concentrada e mais compreensiva do que pode e o que não pode fazer. Não estamos livres dos “pitis” (normal na idade dela), mas agora temos mais controle da situação e é mais fácil de manter a harmonia e o dialogo. Definitivamente crianças precisam de limites, parâmetros e rotina. 

Hoje eu questiono, e muito, o ditado que os “pais educam e os avos deseducam”.... Esse “deseducar” confundiu um pouco a cabecinha da Béatrice e tive a impressão que todo esse tempo que a educamos com base no diálogo, estivessem ameaçados. Eu acho que os avós devem sim fazer as vontades e mimar, mas também podem impor limites e agir em parceria com os pais e, definitivamente, não da para fazer tudo que ela tem vontade e na hora que ela quer, sob o risco de estar criando um monstrinho. 



E dai fica a pergunta: quem disse que ser avô/ó é fácil? 



Eles têm a dura tarefa de também dizer “não” aos netos, ao mesmo tempo em que o coração de manteiga se enche de alegria em dizer todos os “sims” e realizar todas as vontades dos pequenos. 



As melhores recordações que tenho das minhas avós é de, justamente, pensarem de forma mais “madura” e flexível que os meus pais. Quantas e quantas vezes pedi para minha  me salvar da “tirania” daqueles dois malvados e caretas que não deixavam fazer o que eu tinha vontade, exatamente como fez Béatrice ao pedir “socooooorrrooo vovó!”. A história se repete e com isso aprendemos que a sabedoria esta no equilíbrio, a gente cedendo daqui (ok, comer pirulitos, chocolates, não ter horários. Na vovó pode, mas sem exageros... Afinal, eu fazia isso quando era pequena) e eles com uma pitada de firmeza de lá. Assim, acredito que todo mundo ficara mais feliz, especialmente a neta que, com certeza terá as melhores e mais doces lembranças de estar na companhia e na casa dos avós, especialmente nas férias.

15 comentários:

Ingrid Gomes a dit…

Que bom que está de volta, e como essa menininha cresceu, tá ainda mais lindinha!

Minha mãe passou 17 dias conosco aqui na Holanda, meu filhote tem 19 meses e essa foi a primeira vez que a vovó veio, primeira vez também que tivemos alguém em casa por tanto tempo, ele ficou encantado e a avó, que não o via desde que voltamos pra ca (ele tinha sete semanas quando voltamos), ficou encantada e louca pra fazer todos os gostos, claro!

Ela mimou, mas como estavamos na nossa casa, respeitou toda a rotina imposta por nós, já na casa dela eu tenho minhas duvidas de como será hahaha, espero que de certo, porque é dificil né!

Beijocas e bem vinda de volta!

Cíntia Anira a dit…

Que bom que você voltou Ana! Queria saber se você não levou carrinho. Ano passado, a Bia tinha 12 kg e eu levei carrinho e canguru. Mas agora, eu não consigo mais segurá-la muito tempo. Fiquei pensando nas suas costas. E sobre Foz do Iguaçu, adorei a imaginação dela. Ano que vem pretendo ir ao Brasil e a Bia terá 2 anos e 9 meses. Sim, já estou preocupada. Temos rotina, diálogo e regras. Imagina perder todo o trabalho? uia! Amedrontei um pouco!

Mas o legal é que você voltou e ela já se acostumou a escola. Muito bol voltar a ler seus textos.

Beijão

a dit…

Bienvenue Ana Paula! Bom te ver por aqui de novo. Que bom que vcs aproveitaram bem as férias no Brasil. Mais do que merecidas, né? (e puxa, como vcs conseguem ficar tanto tempo sem ir pra terrinha?)

E entendo bem o problema com os avos. Meus pais ficaram 1 mês e pouco aqui conosco, para nos ajudar com a Laura, e foi igual. Eles faziam todas as vontades do Rafael, mas como eu estava o tempo inteiro presente, entao o estrago não foi assim tão grande. Na verdade ele fazia os avos de gato e sapato, mas com a gente, ele se comportava um pouco melhor.

Apesar dos mimos, pra gente foi otimo ter meus pais aqui, pq o Rafael teve toda a atenção do mundo e o processo de chegada da nova irmã foi bem mais tranquilo.

Um beijao,

Lia a dit…

Ai, que saudades!! Que bom ouvir novidades de vocês!!
Sabe, meu sonho seria uma escola como na França, onde eu pudesse levar as crianças só duas ou três vezes na semana. Vou começar o mestrado agora e vou fazer apenas uma disciplina, um turno por semana. Mesmo depois, não precisarei de mais que três turnos. Terei a opção de deixar Margarida todos os dias na escola ou dois ou três dias com babá. Péssimo, né? Ela ficaria com minha mãe esse semestre, já que são só 3-4h por semana, mas minha mãe adoeceu e tive de apelar pra babá. Pelo menos é pouquíssimo tempo.
No mais, sobre os avós, concordo 100% com você. Eles têm de ser parceiros dos pais. Acho que às vezes eles deseducam como uma forma de competir com os pais, para que os netos os prefiram.
Graças a Deus minha mãe é a "Mãetessori" em pessoa. Ela não dá outro brinquedo pra Emília antes de ela guardar o anterior. E não deixa a menina se lambuzar de cola e tinta como eu deixo aqui em casa... Já minha sogra dá um pouco mais de trabalho.
Beijos e apareça mais!
P.S.: Me manda as fotos daquele dia!

@line a dit…

Oieeee!!!! Que delícia ter vcs de volta aqui!! Muito bom ler notícias de novo! Fiquei pensando que, de certa forma, a experiência com o Quim, será parecida, no quesito interrupção desse processo inicial na escolinha. Ficaremos 4 meses e meio fora. Acho que a diferença é que lá ele não terá avós por perto, he he... e não serão exatamente férias, espero conseguir manter um mínimo de rotina! Mas sei bem que essa mudança toda de ambiente pode refletir de diversas maneira no comportamento deles! De qualquer maneira, apesar dos teus relatos, nós aqui temos as mais doces lembranças da Bibi vindo correndo nos abraçar e brincando com o Quim numa boa, nossos encontros foram uma delícia!
PS: Joaquim segue imitando o ronco da Bibi no carro! kakakaka...
Beijos cheios de carinho pra vcs três!!

Ana Júlia a dit…

Olá, amiguinha, que bom te ter de volta. Toda a blogosfera materna estava à tua procura. Estou feliz, muito feliz que tenhas voltado.

Cá na minha cidade também não há nenhuma escola Montessori, fato que eu lamento imensamente, mas tento compensar com atividades em casa.

Muitos beijos à pequena Béatrice!

Ana Júlia

Paloma, a mãe a dit…

Ana, que ótimo voltar a te ler. Ter vcs na festa da Ciça foi uma horna, adorei, assim como o passeio entre as pitangueiras com vcs, Lia e as meninas (só meninas, né?). Sobre a falta de rotina das férias, é difícil mesmo. Eu não aguentaria 2 meses e meio de férias, é muito complicado voltar depois, pois este tempo é muito se comparado ao tempo de vida dela, já pensou? Ela pode dizer que morou no Brasil, ora. E que lá tudo era permitido.
Beijos

Anonyme a dit…

amigaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
q saudadeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

Ana Paula - Journal de Béatrice a dit…

Ingrid! O encantamento com os avos é algo incrivel, eu acho super importante e necessario o vinculo entre a Bê e os 4 avos. Mesmo eu discordando de algumas coisas, sei que o objetivo MAIOR é o de agrada-la. Acho que quando estamos na nossa casa, é mais facil manter a "nossa" rotina, ao contrario de quando estamos na casa deles, a gente passa a incorporar a rotina diaria da casa... Beijão ; )


Cintia! Não levei carrinho justamente por estar sozinha com a Bê. Seria inviavel estar com ela, bagagem de mão e ainda atendê-la. Não foi mole viu? Mas como a échapre aguenta até 23kg (a Bê deve ter, agora, uns 15kg) e o peso é bem distribuido pelas "abas", ainda dou conta de carrega-la, mas fica complicado se tiver que passar muuuuito tempo com ela (como foi o meu retorno... O voo atrasou e eu e ela (ja cansadas de mais da metade do dia em aeroportos) ficamos de "birra" uma com a outra!! Ja pensou? Beijão ; )

Dé, bom te ver aqui e agora com uma bebezinha em casa! TO com saudade de um chorinho e colinho de bebê aqui, sabia?

Como pode né? Eles são pequenos, mas muito espertos e, a assim como Rafael, Béatrice fez gato e sapato dos avos. As vezes eu ficava de cabelo em pé com a mini-rei-na-barriga "mandando" e desmandando e os avos achando bonitinho... Durma com esse barulho... Beijão!

Ô Lia... Saudade mesmo! Adorei conhecer você e as meninas e foi bom partilhar da sua simplicidade e conhecimento, tal é sua postura no blog. Ah, queria te dizer que foi o melhor parquinho que a Béatrice frequentou durante o periodo que esteve em Brasilia!

Quanto ao "Mãetessori",gostei do trocadilho; ) Beijão

Ana Paula - Journal de Béatrice a dit…

Aline, estamos na contagem regressiva para a chegada retumbante de vocês aqui na França e de marcarmos algo para fazer!

O Quim é um querido e com certeza so vocês 3 sera bem tranquilo de entrar na rotina. O maximo que ira acontecer sera o Joaquim voltar falando francês e conversar com os amiguinhos brasileiros nesse idioma, ja pensou??
Beijão!

Ana Julia, espero postar mais coisas relacionadas ao "Montessori em Casa" aqui no blog ; )


Paloma!

Foi muito legal conhecer você e sua familia e estar na festinha da Ciça que, pra mim, foi marcante pelo ambiente familiar e simplicidade. Adorei e a Bê nem se fala! Curtiu muito.

Pois é... Não havia pensado nisso... A Béatrice pode dizer que morou no Brasil, praticamente o primeiro intercâmbio da vida dela! Beijão

Carla a dit…

Eba! Que bom que voltou!!! Que delícia de temporada na terrinha, hein?! E a Béatrice está uma garotinha linda! Agora sou eu que me preparo para quase 1 mês de visita da avó, mas penso como você. Esse contato é tão rico e importante, que tenho mais é que tentar relevar se nossa ordem for alterada durante esse tempo.
Beijos

Fá, Mãe da Ana Luiza e do Gustavo! a dit…

Fiquei muito feliz com a sua volta!!!

Béatrice... dando um nó na mamãe, né?! Mas eu tenho certeza de que voltando à rotina, ela vai entrando no ritmo novamente. Se os meus ficam "estragados" com 20 dias com os avós, 60 dias com certeza seria terrível. Ui! Dá arrepios só de pensar!

Beijos! E bem vinda de volta!

Ana Paula - Journal de Béatrice a dit…

Fa! Quanto tempo! Bom te "ver" aqui! POis é menina... Um estrago mesmo. Como a gente mora longe, todo mundo quer fazer todas as nossas vontades, principalmente as da Béatrice... So que eu não sabia que o resultado de tanto "mimo" daria "problemas" depois. Deu um pouco de trabalho, mas nada como a rotina. Beijão

Oi Carla! Fiquei bem desconectada e durante as férias mal abria o meu proprio blog e e-mail. E depois tem o periodo de aclimatação, arrumação da casa e agora sim, voltando mesmo! Beijão ; )

Ivana_coisa de mãe a dit…

Ana que bom ter notícias suas!!! Quanta novidade boa! Tenho acompanhado os blogs, mas comentado pouco. Agora é a minha vez de dar uma pausa, porque a vida real tem me chamado constantemente e preciso dar conta de tantos desafios (bons) que ela tem me colocado. mas vou continuar lendo, me inspirando em mães especiais!

Bjos e seja bem vinda de volta!

Mariana Della Barba a dit…

Uia, que super post!
Adorei o jeito que você viu o papel de vó... É sempre complicado, né?
E quando a vó é a sua sogra, às vezes é ainda mais difícil, porque vc não tem tanta liberdade.
Acho muito legal essa adaptação nas escolas francesas, que começar duas vezes por semana e só depois ir "integral".
E você está acompanhando toda essa polêmica sobre "as mães francesas"? To achando o debate muito interessante...
um beijo pra vc e outro pra sua petitA!